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A sequência abaixo cobre quem está no Brasil, tem diploma de graduação ou previsão de colação e pretende disputar a rodada de candidaturas que abre em outubro.
1. Levantar no catálogo Erasmus+ os cursos da área pretendida, anotando para cada um a data de abertura, a data de fechamento, o idioma de instrução e os países do percurso, numa planilha única.
2. Reduzir a lista a três cursos, no máximo quatro, porque cada candidatura consome pasta documental própria e carta de motivação escrita do zero para aquele consórcio.
3. Agendar o exame de proficiência com pelo menos oito semanas de folga em relação ao prazo mais curto da lista, já que o resultado oficial demora e o consórcio exige o relatório emitido, não o print da nota.
4. Pedir as cartas de recomendação com antecedência de um mês, informando ao recomendante o formato exigido por cada consórcio e a data limite real de cada um.
5. Providenciar histórico e diploma em inglês, com tradução juramentada e apostilamento pela Convenção da Haia, e guardar cada documento em PDF nomeado conforme o padrão que o formulário pedir.
6. Escrever uma carta de motivação por curso, citando as universidades do percurso e as disciplinas específicas que justificam a escolha, sem reaproveitar parágrafo entre candidaturas.
7. Submeter cada formulário com margem de dias, porque o sistema do consórcio costuma travar nas últimas horas e a plataforma fecha no horário europeu, não no brasileiro.
8. Recebida a carta de aceitação, iniciar o pedido de visto de estudante no consulado do país da primeira universidade, com a carta de bolsa como comprovativo de meios de subsistência.
O passo três é o que mais atrasa candidatura brasileira. A vaga para o exame de proficiência nas capitais esgota rápido no segundo semestre, e o relatório oficial leva semanas para ficar disponível, prazo que não cabe em quem começa a se organizar em novembro.
O passo oito tem uma armadilha de país. O visto é pedido no consulado do Estado onde ficam os primeiros semestres, e cada Estado tem sua própria lista de exigências. Holanda e Alemanha delegam parte do processo à universidade de acolhimento; Itália e Portugal mantêm o pedido inteiro no guichê consular.
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A carta de bolsa resolve o item mais pesado do visto de estudante europeu, que é a prova de meios de subsistência. O consulado aceita o documento do consórcio no lugar do extrato bancário com saldo parado, e é essa substituição que torna o mestrado conjunto viável para quem não tem reserva financeira própria.
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A conta do bolsista brasileiro fecha em números redondos. Com o euro a R$ 6,38, os 1.400 euros mensais chegam a R$ 8.932 por mês na conta, ao longo de até 24 meses, com matrícula das universidades do percurso, seguro obrigatório e taxas do consórcio já pagos por fora dessa quantia, além da contribuição anual de viagem e instalação depositada à parte (cotação de 10/09/2026).
"Quantos dos cursos da sua área fecham a candidatura antes do Natal?"
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